4- alergia a mariscos


Definição

A alergia ao marisco é uma resposta anormal do sistema imunológico às proteínas presentes em alguns animais marinhos. Os animais marinhos da categoria de frutos do mar incluem crustáceos e moluscos, como camarão, caranguejo, lagosta, lula, ostra, vieira e outros. Algumas pessoas alérgicas ao marisco reagem com todas elas e outras apenas com certos tipos. As reações variam de sintomas leves (como urticária ou nariz entupido) a graves e até fatais. Se você acha que tem alergia a mariscos, converse com seu médico. Existem testes que podem confirmar a alergia, para que você possa tomar medidas para evitar reações futuras.


Sintomas

Os sintomas de alergia a frutos do mar geralmente aparecem dentro de alguns minutos a uma hora depois de comer frutos do mar. Eles podem ser alguns dos seguintes:

· Urticária, prurido ou eczema (dermatite atópica).

Inchaço dos lábios, rosto, língua ou outras partes do corpo.

· Chiado, congestão nasal ou falta de ar.

· Dor abdominal, diarréia, náusea ou vômito.

· Tonturas, tonturas ou desmaios.

As alergias podem causar uma reação grave potencialmente fatal conhecida como anafilaxia. Uma reação anafilática ao marisco ou qualquer outra coisa constitui uma emergência médica que requer tratamento com uma injeção de epinefrina (adrenalina) e uma visita à sala de emergência. Os sinais e sintomas da anafilaxia incluem o seguinte:

Inflamação da garganta ou caroço na garganta (constrição das vias aéreas) que dificulta a respiração.

· Choque, com uma queda acentuada da pressão arterial.

· Tonturas, tonturas ou perda de consciência.

Causas

Todas as alergias alimentares são causadas por uma reação exagerada do sistema imunológico. No caso de uma alergia a frutos do mar, seu sistema imunológico identifica erroneamente uma certa proteína no marisco como prejudicial, desencadeando a produção de anticorpos contra essa proteína do marisco (alérgeno). Na próxima vez que você entrar em contato com o alérgeno, seu sistema imunológico liberará histamina e outros produtos químicos que causarão sintomas de alergia.

Tipos de frutos do mar

Existem vários tipos de frutos do mar, cada um com diferentes proteínas:

· Crustáceos, como caranguejos, lagostas, camarões e camarões.

· Moluscos, como lulas, caracóis, amêijoas, ostras e vieiras.

Algumas pessoas são alérgicas a apenas um tipo de marisco, mas podem comer outras. Outras pessoas com alergia a mariscos devem evitar todos os mariscos.

Fatores de risco

Você corre um risco aumentado de desenvolver alergia a frutos do mar se alergias de qualquer tipo forem comuns em sua família. Embora pessoas de qualquer idade possam ter alergia a mariscos, é mais comum entre adultos. Entre os adultos, a alergia a mariscos é mais comum em mulheres. Entre as crianças, a alergia a mariscos é mais comum em meninos.

Complicações

Em casos graves, a alergia a frutos do mar pode levar à anafilaxia, uma reação alérgica perigosa marcada por inflamação da garganta (constrição das vias aéreas), pulso rápido, choque e tontura ou tontura. A anafilaxia pode ser fatal. Quando você tem alergia a frutos do mar, pode estar em risco aumentado de anafilaxia se acontecer o seguinte:

· Você tem asma

· Você tem reações alérgicas a quantidades muito pequenas de frutos do mar (extrema sensibilidade)

· Você tem um histórico de anafilaxia induzida por alimentos

A anafilaxia pode ser tratada como uma emergência com uma injeção de epinefrina (adrenalina). Se você corre o risco de ter uma reação alérgica grave a frutos do mar, sempre use epinefrina injetável (EpiPen, Adrenaclick ou outros).


Prevenção

Se você tem alergia a mariscos, a única maneira de evitar uma reação alérgica é evitar todos os mariscos e produtos que os contenham. Até vestígios de mariscos podem causar uma reação séria para algumas pessoas. Tenha cuidado ao comer fora de casa. Ao comer em restaurantes, certifique-se de que as panelas, o óleo e os utensílios usados ​​para cozinhar frutos do mar também não sejam usados ​​para preparar outros alimentos, criando assim uma contaminação cruzada. Você pode evitar restaurantes de frutos do mar, onde há um risco maior de contaminação cruzada. Leia os rótulos. A contaminação cruzada ocorre em lojas onde os alimentos próximos a frutos do mar são processados, exibidos ou fabricados. Leia os rótulos dos alimentos com atenção.

Os frutos do mar geralmente não são um ingrediente oculto, mas podem ser encontrados no caldo de peixe ou no sabor do mar. As empresas são obrigadas a colocar etiquetas em qualquer produto que contenha mariscos ou outros alimentos que possam causar reações alérgicas, mas os regulamentos não se aplicam a mariscos, como amêijoas, ostras e vieiras. Mantenha distância. Pode ser necessário evitar completamente os locais onde os frutos do mar são preparados ou processados. Algumas pessoas têm reações ao tocar moluscos ou inalar o vapor em que são cozidos. Se você tem alergia a frutos do mar, converse com seu médico sobre como tomar uma dose de emergência de adrenalina. Considere também usar uma pulseira de alerta médico que informe outras pessoas sobre a alergia alimentar.

Você não precisa se preocupar em ser alérgico ao iodo ou ao contraste radioativo usado em alguns exames de imagem também. Embora os mariscos contenham pequenas quantidades de iodo, a alergia a mariscos não está relacionada às reações que algumas pessoas têm ao material de radiocontraste ou iodo.

Diagnóstico

O médico perguntará sobre seus sintomas e poderá realizar um exame físico para determinar ou descartar outros problemas médicos. Ele ou ela também pode recomendar um ou ambos os seguintes testes:

Teste de pele. Neste teste, a pele é picada e exposta a pequenas quantidades de proteínas encontradas em moluscos. Se você tem alergia, terá uma protuberância na pele onde o teste foi realizado.

Análise de sangue. Também chamado teste de imunoglobulina E (IgE) específica de alérgeno ou teste de radioalergosorbente (RAST), esse teste pode medir a resposta do seu sistema imunológico à proteína do marisco, medindo a quantidade de certos anticorpos, conhecidos como anticorpos da imunoglobulina E ( IgE), na corrente sanguínea

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